
O Questionário de Autoavaliação sobre a Segurança do Sistema de Utilização de Medicamentos em Hospitais é uma adaptação do ISMP Medication Safety Self-Assessment for Hospitals®, questionário desenvolvido e registrado pelo pelo Institute for Safe Medication Practices, que concedeu a licença de seu uso ao Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil).
A aplicação do questionário no Brasil tem como objetivo principal realizar um diagnóstico da situação dos hospitais brasileiros com relação à segurança no uso de medicamentos, permitindo o direcionamento de ações no nível nacional e local, e posterior avaliação das mesmas. Entre os objetivos secundários estão:
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abreviaturas, símbolos e unidades de medidas consideradas “perigosas” e que têm induzido a erros graves no uso de medicamentos. Exemplos µg (microgramas), U (unidades), UI (unidades internacionais, utilização de fórmulas químicas (KCl, NaCl), nomes abreviados de medicamentos (HCTZ, RIP, PEN BEZ, MTX, SMZ-TMP).
administração pelo enfermeiro (a) ou outro profissional de saúde em vez do paciente, de doses intermitentes numa bomba de analgesia controlada pelo paciente. Esta prática somente deve ser executada mediante adoção de um protocolo de enfermagem e em situações nas quais o paciente é capaz de solicitar uma dose do medicamento dentro dos limites prescritos mas não consegue realizar a função de acionar a bomba por conta própria.
processo retrospectivo para identificar os fatores causais fundamentais relacionados à ocorrência efetiva ou potencial de um evento adverso.
método de AVALIAÇÃO PROATIVA DE RISCO baseado na análise simultânea de possíveis modos de falha, suas consequências, e os fatores de risco associados. Também é conhecido como “Análise de Modo, Efeito e Criticidade de Falha” (FMECA – Failure Mode, Effects and Criticality Analysis) e Análise de Modo e Efeitos de Falha na Saúde (HFMEA – Healthcare Failure Mode and Effects Analysis).
processo de identificação e análise sistemática dos riscos incorporados no processo e na estrutura de atenção à saúde, que visa prevenir a ocorrência de eventos adversos. O diagnóstico dos riscos tem papel importante no embasamento do processo de planejamento e ajustes dos sistemas em saúde, bem como a implementação de intervenções para eliminar ou minimizar os riscos antes que ocorram danos ao paciente.
uma bomba de infusão com software computacional capaz de, no mínimo, alertar o profissional de saúde sobre programação de velocidade de infusão fora dos limites de doses seguros conforme informações armazenadas No arquivo da bomba.
comissão multidisciplinar que se reúne periodicamente, ou quando necessário, para revisar a segurança, o uso, a eficácia e o monitoramento dos medicamentos que serão disponibilizados para uso no hospital. A comissão também define as políticas e procedimentos que envolvem a segurança de todo o processo de uso de medicamentos.
uma ESCOLHA COMPORTAMENTAL que aumenta o risco onde sua existência não é reconhecida ou onde se acredita, erroneamente, que o comportamento é justificado. Exemplos de COMPORTAMENTOS DE RISCO incluem
uma ESCOLHA COMPORTAMENTAL que ignora conscientemente um risco substancial e injustificável. A pessoa que adota COMPORTAMENTOS IMPRUDENTES 1) está consciente do risco que ela está correndo; 2) entende que o risco é substancial; 3) não acredita que o risco é justificável; 4) comporta-se de forma intencional; 5) sabe que outros não estão adotando o mesmo comportamento; e 6) não consegue justificar o seu comportamento em uma análise objetiva de risco-benefício. Exemplo: reutilizar um instrumento cirúrgico que caiu no chão com consciência de que esta ação poderia resultar em uma infecção ou trabalhar após o consumo de bebida alcoólica.
refere-se a um modelo de apoio à segurança do paciente que depende da responsabilização compartilhada. Neste modelo, as instituições de atenção à saúde são responsáveis pelos sistemas que projetam, por apoiar ESCOLHAS COMPORTAMENTAIS seguras frente aos pacientes, visitantes e funcionários, e por responder pelos comportamentos dos funcionários de forma justa e equitativa. Por outro lado, os funcionários são responsabilizados pela qualidade das suas ESCOLHAS COMPORTAMENTAIS (o ERRO HUMANO não é uma ESCOLHA COMPORTAMENTAL) e por notificar seus erros e as vulnerabilidades do sistema. DISPOSITIVOS PARA PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS: equipamentos como, por exemplo, bombas de infusão, seringas, dispositivos do tipo caneta que contém medicamentos (ex.: insulina), conexões, cateteres vasculares, sondas, drenos, bombas de analgesia controlada pelo paciente, sistema de manipulação estéril automatizada e outros dispositivos usados no preparo, dispensação e administração de medicamentos.
equipamentos como, por exemplo, bombas de infusão, seringas, dispositivos do tipo caneta que contém medicamentos (ex.: insulina), conexões, cateteres vasculares, sondas, drenos, bombas de analgesia controlada pelo paciente, sistema de manipulação estéril automatizada e outros dispositivos usados no preparo, dispensação e administração de medicamentos.
dose calculada especificamente para um dado paciente. Seu cálculo pode envolver o ajuste para o peso do paciente, superfície corporal, função renal, função hepática, dentre outros fatores.
dose de um medicamento que representa o limite superior habitualmente descrito na literatura e/ou nas recomendações do fabricante. DOSES MÁXIMAS podem variar dependendo da idade, peso e/ou do diagnóstico.
uma embalagem única que contém uma dose do medicamento para uso individual em um paciente. Exemplos: uma embalagem com um comprimido, uma ampola com medicamento de uso único por via parenteral ou um frasco de 5 mL contendo uma dose de medicamento em forma líquida.
medicamento preparado em DOSE UNITÁRIA pronta para administração com a DOSE INDIVIDUALIZADA DO PACIENTE que equivale exatamente à dose prescrita. Pode ou não corresponder à embalagem com DOSE UNITÁRIA do fabricante (ver DOSE UNITÁRIA).
procedimento no qual dois indivíduos, preferencialmente dois PROFISSIONAIS DE SAÚDE, verificam separadamente cada componente do processo de trabalho. Exemplo: uma pessoa calcula a dose do medicamento para um determinado paciente e um segundo indivíduo, independentemente, realiza o mesmo cálculo (não apenas verifica o primeiro cálculo) e obtém resultados idênticos.
executar algo, inadvertidamente, de forma diferente do que se deveria realizar; deslize ou lapso mental. ERROS HUMANOS são atos não intencionais e não uma ESCOLHA DE COMPORTAMENTO. Exemplos: errar o cálculo de uma dose ou se esquecer de diluir um medicamento.
referem-se aos atos intencionais executados com base no livre julgamento do indivíduo. Ao contrario do ERRO HUMANO, que é um comportamento não intencional, a ESCOLHA COMPORTAMENTAL representa um comportamento empregado de forma intencional ao praticar as atividades diárias.
são condições ou incidentes que apresentam potencial de causar dano ao paciente. Exemplo: paciente que caiu no banheiro, mas não se feriu. Nesta categoria estão incluídos os erros com potencial de causar danos que são interceptados antes de chegar ao paciente, assim como aqueles que de fato chegaram ao paciente.
são condições relacionadas ao tratamento medicamentoso ou incidentes que apresentam potencial de causar dano ao paciente. Exemplo: paciente que recebeu penicilina apesar da documentação de sua alergia a este antimicrobiano estar no seu prontuário, mas que não apresentou uma reação alérgica. Nesta categoria, estão incluídos os erros de medicação com potencial de causar danos que são interceptados antes de chegar ao paciente, assim como aqueles que de fato chegaram ao paciente.
estudo das inter-relações entre humanos, as ferramentas que usam e o ambiente no qual trabalham e vivem.
estoque de medicamentos automatizado com formato similar a um gabinete ou armário. Possibilita o controle da dispensação por meio computadorizado na própria unidade assistencial.
elo direto entre dois sistemas informatizados, de modo que a informação de um sistema fica prontamente disponível para o usuário do segundo sistema. Além disso, as informações dos dois sistemas encontram-se integradas apoiando a tomada de decisões críticas (ex.: a INTERFACE entre os sistemas informatizados do laboratório e da farmácia disponibiliza ao farmacêutico, de forma imediata, dados laboratoriais enquanto ele analisa a prescrição de um dado paciente no sistema informatizado da farmácia). Pode ou não incluir uma INTERFACE bidirecional entre os dois sistemas.
refere-se ao uso de letras em caixa alta para auxiliar na diferenciação de certos pares de nomes de medicamentos que apresentam grafia e/ou som semelhantes. Uma lista com nomes de medicamentos com grafia e/ou som semelhantes com recomendações de uso de LETRAS MAIÚSCULAS pode ser encontrada em: http://www.boletimismpbrasil.org/boletins/pdfs/boletim_ISMP_23.pdf
medicamento dispensado pelo setor de farmácia especificamente para um dado paciente, identificado com os dados do paciente ou acondicionados em embalagem com sua identificação (ex.: fita selada ou carrinhos de dispensação de medicamentos). O medicamento pode ou não ser dispensado em DOSE UNITÁRIA do fabricante ou DOSE UNITÁRIA INDIVIDUALIZADA.
um erro que ocorreu, mas que foi detectado antes de atingir o paciente. 8 - Exemplo 1: foi prescrita penicilina para um paciente que é alérgico a este antimicrobiano, mas o farmacêutico detectou a alergia durante a análise da prescrição e alertou o prescritor. A penicilina não foi dispensada ou administrada ao paciente e a prescrição foi alterada. 8 - Exemplo 2: o medicamento errado foi dispensado pela farmácia e um enfermeiro identificou o erro antes da administração ao paciente.
fórmula originalmente desenvolvida para uso em emergências pediátricas, na qual a quantidade de medicamento a ser acrescentada a um determinado volume de solução e a taxa de infusão são calculadas de acordo com as seguintes diretrizes: 6 X o peso em quilogramas (kg) é igual à quantidade de medicamento em miligramas (mg) que deverá ser acrescida a 100 mL de solução. Já a velocidade de infusão em mililitros por hora (mL/h) é igual à dose prescrita em mcg/kg/minuto. Exemplo: um medicamento prescrito na forma de 10 mcg/kg/minuto seria equivalente, pela REGRA DOS 6, a uma taxa de infusão de 10 mL/hora.
estado induzido de sedação caracterizado por redução mínima no nível de consciência de forma que o paciente consegue manter o ritmo e a espontaneidade respiratória contínua e independente. Além disso, o paciente apresenta seus reflexos protetores preservados e responde a comandos verbais e à estimulação física.
estado induzido de sedação caracterizada por redução no nível de consciência de forma que o paciente encontra-se impossibilitado de manter o ritmo e espontaneidade respiratória contínua e independente. Além disso, o paciente apresenta uma perda parcial dos reflexos protetores e da capacidade de responder a comandos verbais.
refere-se a qualquer sistema informatizado computadorizado no qual são elaboradas/digitadas as prescrições. Inclui o sistema informatizado da farmácia no qual funcionários transcrevem ou validam as prescrições. A digitação de prescrições em softwares de edição de texto (ex.: Word®, Bloco de notas, OSX®, TextEdit®, WordStar®) não configura o uso de SISTEMA DE PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA.
refere-se ao perfil e organização dos processos, procedimentos, equipamento, INTERFACES, estrutura, ambiente e condições de trabalho envolvidas no processo de uso de medicamentos.
Questionário de Autoavaliação sobre Segurança do
Sistema de Utilização de Medicamentos em Hospitais
Perguntas frequentes (FAQ)
DÚVIDAS GERAIS
1. Quais são os benefícios em responder o Questionário de Autoavaliação sobre Segurança do Sistema de Utilização de Medicamentos em Hospitais do ISMP Brasil?
2. O que fazer caso um item específico da autoavaliação não se aplique aos serviços disponíveis na minha instituição?
Alguns itens da autoavaliação possuem a opção “Não se aplica”. Para estes itens, esta opção pode ser usada somente se o seu hospital apresenta as características pontuadas para a seleção deste item. Por exemplo, se antineoplásicos (incluindo aqueles administrados por via oral) não são prescritos na sua instituição, você pode responder “Não se aplica” para o item 69.
3. Somos uma instituição onde não administra soluções endovenosas (infusão endovenosa ou administração endovenosa direta). Como devemos responder às questões relacionadas à administração de medicamentos endovenosos?
Se nenhuma solução endovenosa é administrada na sua instituição, você pode selecionar a letra “E” em todas as questões relacionadas a este tópico.
4. Nossa rede de hospitais consiste em três instituições, na qual todas compartilham muitas características organizacionais (Comitê de Farmácia e Terapêutica, Gestão de Risco, Tecnologia da Informação, políticas e procedimentos). Devemos preencher somente uma autoavaliação para as três instituições?
É importante que cada hospital dentro da rede preencha a autoavaliação individualmente, apresentado separadamente suas informações. Os itens da autoavaliação envolvem temas além da governança, políticas e procedimentos. Cada hospital se beneficiará se responder individualmente às questões da autoavaliação e obterá sua respectiva pontuação final que demonstra as áreas críticas do sistema de utilização de medicamentos que demandam melhoria de forma mais intensa e prioritária.
5. Posso considerar que um Sistema de Prescrição Eletrônica é utilizado na minha instituição se prescrições são digitadas em softwares de edição de texto?
Não. A digitação de prescrições em softwares de edição de texto (ex.: Word®, Bloco de notas, OSX®, TextEdit®, WordStar®) não configura o uso de Sistema de Prescrição Eletrônica.
6. Os dados individuais da minha instituição serão divulgados após o preenchimento do questionário?
Não. Os dados consolidados do preenchimento do questionário serão divulgados em relatórios globais por regiões sem divulgação de dados individuais ou qualquer informação que possibilite a identificação dos hospitais participantes.
INFORMAÇÕES DEMOGRÁFICAS
DEMOGRÁFICO
1. É preciso responder a todas as perguntas da seção de demografia?
Sim. Todas as questões na seção de demografia devem ser respondidas.
2. Orientações específicas estão disponíveis para qual opção selecionar em certas questões na seção de demografia?
A administração do hospital deve ser contatada para responder corretamente as perguntas acerca da demografia. As respostas para perguntas como, número de leitos (Questão 1), natureza jurídica do hospital (Questão 2) e tipo de serviço (Questão 3). Estas informações devem ser equivalentes àquelas fornecidas pela sua instituição para fins de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
ITENS DO QUESTIONÁRIO
SEÇÃO I – INFORMAÇÕES SOBRE OS PACIENTES
Critérios essenciais #1
Questão 14 - Nos sistemas eletrônicos (ex.: sistema de prescrição eletrônica, gabinetes de dispensação automatizada, registro eletrônico de administração de medicamentos), todas as alergias do paciente conhecidas precisam estar visíveis?
Em sistemas eletrônicos, o status de alergia do paciente deve ser apresentado em todas as telas minimamente como “Sem alergias” ou “Alérgico”. Se o espaço for limitado e o paciente apresentar diversas alergias, a totalidade de suas alergias não precisa ser listada na tela. No entanto, o usuário deve ter fácil acesso à lista completa das alergias por meio de um link disponível na tela ou deve ser direcionado para outra fonte de dados (ex.: prontuário do paciente).
Questão 22 - Nesta questão, o que significa “disponibilizada no sistema informatizado da farmácia para ser consultado”?
Informações sobre comorbidades e/ou doenças crônicas dos pacientes devem constar no sistema que os farmacêuticos utilizam para analisar e/ou validar as prescrições, para que possam ter fácil acesso a tais informações durante o processo. Se essa informação está disponível em um sistema separado que precisa ser acessado em paralelo, então a resposta para esta questão não pode ultrapassar a letra “C”.
SEÇÃO II – INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS
Critérios essenciais #2
Questão 34 - O que são estratégias de alto impacto para a redução de erros?
São estratégias que focam em ajustar o sistema como um todo (abordagem sistêmica), que se diferem das estratégias de baixo impacto que tem foco no indivíduo (abordagem individual). Já que não se pode esperar que o indivíduo compense as fragilidades do sistema de utilização de medicamentos, ferramentas de prevenção de erros que são implementadas com o objetivo de adequar o sistema tem um impacto mais amplo e duradouro (alto impacto) do que as estratégias criadas para mudar o comportamento humano (baixo impacto). Ex.: adoção de barreiras e restrições, como retirada de cloreto de potássio concentrado das áreas assistenciais; automatização de processos, como a adoção de sistema de prescrição eletrônica; adoção de dupla checagem independente.
SEÇÃO II – INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS
Critérios essenciais #3
Questão 53 - Nesta questão, o que significa “monitorar e manejar adequadamente”?
“Monitorar e manejar adequadamente” refere-se à habilidade das instituições fornecerem informações laboratoriais atuais e relevantes, alertas de medicamento atualizados e equipamentos de monitoramento apropriados para que os profissionais possam ajustar a terapia medicamentosa, prevenir a ocorrência de seus efeitos adversos (incluindo erros) e minimizar suas consequências.
SEÇÃO X – PROCESSOS DE QUALIDADE DE GESTÃO DE RISCO
Critérios essenciais #18
Questão 247 - Explique os exemplos dados para “forma efetiva de medir a segurança no uso de medicamentos”.
Existem métodos usados frequentemente por hospitais como uma forma mais precisa de acompanhar estratégias de redução de risco. Tais como:
SEÇÃO X – PROCESSOS DE QUALIDADE DE GESTÃO DE RISCO
Critérios essenciais #19
Questões 264 – Nesta questão, a execução de dupla checagem independente do processo de digitação de prescrições no sistema informatizado da farmácia envolve a participação de um segundo farmacêutico?
Não. No entanto, as prescrições digitadas/transcritas no sistema informatizado da farmácia devem ser verificados duplamente quanto à sua exatidão por um farmacêutico ou outro profissional devidamente treinado antes da administração da primeira dose. Essa verificação deve, preferencialmente, ser realizada por um segundo profissional e não aquele responsável pela digitação/transcrição da prescrição.
Este processo pode ser realizado usando diferentes métodos ou a combinação deles, como por exemplo:
Se todas as prescrições são digitadas diretamente pelo prescritor em um sistema de prescrição eletrônica que está totalmente integrado com o sistema informatizado da farmácia, a dupla checagem independente é desnecessária. No entanto, se o sistema de prescrição eletrônica não é completamente integrado com o sistema informatizado da farmácia e a transcrição ainda é exigida para alguns ou todos os medicamentos prescritos, a dupla checagem tem que ser adota.